Conheça os principais tipos de e-commerce do Brasil

Conheça os principais tipos de e-commerce do Brasil

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Apesar de o comércio virtual já fazer parte dos hábitos de compra de muita gente, ainda há várias questões a serem abordadas a respeito do assunto. Por exemplo: você sabia que existem vários tipos de e-commerce?

A primeira observação a se fazer é que, em 2017, o faturamento do setor foi de aproximadamente R$ 48 bilhões — o que representa um crescimento de 7,5% em relação a 2016. De acordo com algumas pesquisas, a previsão é de que esse valor chegue a R$ 85 bilhões até 2021. 

Uma das razões por trás disso é o fato de que, segundo um outro estudo, o Brasil é o segundo maior mercado do planeta em termos de volume de impressões (acessos) mensais, além de ser o país mais conectado à internet da América Latina. 

Dito isso, mostraremos a seguir quais são os tipos de e-commerce mais comuns. Continue a leitura e confira! 

Business to Consumer (B2C)

Considerado o modelo mais tradicional e também o que mais cresce, o Business to Consumer é o formato em que a empresa vende seus produtos diretamente para o consumidor final. As possibilidades de atuação que envolvem esse contexto são bem amplas, porém, do mesmo modo está a concorrência, normalmente muito acirrada. 

Business to Business (B2B)

Já o Business to Business é o tipo de e-commerce em que a negociação ocorre entre duas organizações. Em outras palavras, trata-se da venda de mercadorias para empresas (CNPJs). 

Móveis de escritório, artigos de papelaria, uniformes de trabalho, maquinários e equipamentos de proteção individual servem como exemplos de itens que são oferecidos por essas lojas virtuais.

O benefício do B2B é que as transações geralmente acometem maiores volumes. No entanto, a tomada de decisão do cliente tende a ser um tanto quanto mais complexa, tendo em vista de que, por se referir a uma compra corporativa, orçamentos serão feitos antes de qualquer escolha. 

Consumer-to-Consumer (C2C)

No modelo Consumer to Consumer — um dos tipos de e-commerce mais fáceis de ser explorado —, o próprio consumidor toma o papel de vendedor. Isso não significa que o sucesso é garantido, pois se os produtos e serviços (atendimento, entrega etc) não forem de qualidade, dificilmente se chegará a um ponto de maior destaque. 

O C2C é uma ótima oportunidade para artesãos, cozinheiros, artistas plásticos e quaisquer outras pessoas que desejam gerar receita a partir da venda de produtos feitos na própria casa. 

Consumer to Business (C2B)

O C2B é semelhante ao C2C, com a diferença de que a venda acontece de um consumidor para uma empresa. O Consumer to Business é um modelo muito utilizado por webdesigners, fotógrafos, produtores de vídeo e freelancers no geral. 

Esse tipo de e-commerce não é tão comum, mas a tendência é de crescimento para os próximos anos. Nesse caso, a abordagem da venda consiste em duas formas principais:

  • pagamento por direitos de uso de uma determinada imagem, vídeo ou outros materiais (o comprador faz o download dos arquivos);
  • contratação de um serviço (desenvolvimento de site, logotipo etc). 

Por fim, não poderíamos deixar de falar que não existe a melhor opção, mas sim aquele que mais se adequada as suas realidades. O importante é estudá-las uma a uma para tentar entender de qual dos tipos de e-commerce você pode tirar algum proveito. 

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