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Tudo sobre loja virtual: veja o que uma loja virtual precisa ter!

Por Alanis Barcellos | 15/03/2020
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Tudo sobre loja virtual: veja o que uma loja virtual precisa ter!

Quem está atento ao mercado virtual sabe que o comércio eletrônico é uma alternativa excelente para quem quer conquistar a independência financeira e usufruir da liberdade de horários. Afinal, uma loja virtual permite que o seu gestor trabalhe de casa e sem ter que arcar com um investimento inicial muito grande.

No entanto, para que a loja tenha perspectiva de crescimento, precisa ser planejada com estudo, atenção e estratégia. Só assim poderá se consolidar no mercado digital, conquistar clientes fiéis e vender muito! Mas como saber o que um e-commerce precisa ter? A seguir, falaremos tudo sobre loja virtual. Boa leitura! 

O que é loja virtual e como funciona?

Antes de mais nada, vamos falar do básico de uma loja virtual. Diferente de uma loja física, em que há um ponto de venda com produtos na vitrine e um vendedor para atender os clientes, uma loja virtual vende somente online. Isso significa que todo o processo de escolha do cliente ocorre na frente de um computador, tablet ou celular.

Sabendo disso, você já consegue imaginar que a loja virtual tem características bem diferentes das lojas de rua tradicionais, né? E é claro que isso impacta do funcionamento do negócio. Toda a experiência de compra do consumidor começa com o acesso à plataforma da loja, e é lá que os produtos e preços precisam estar cadastrados. 

A própria plataforma do e-commerce faz o papel de ponto de venda e de vendedor, por isso os produtos devem ter descrições muito assertivas, com todas as características e detalhes que podem ser importantes para a decisão de compra do cliente. É importante falar que até mesmo o pagamento ocorre dentro desta plataforma – e o melhor: com segurança!

É isso mesmo! Os consumidores vão navegando pelo site e colocando os produtos que querem dentro de um carrinho virtual. No final, terão que pagar pelos itens escolhidos e informar o endereço onde querem receber as encomendas. Em poucos dias, estarão com os produtos no endereço informado! Quanto mais ágil for essa entrega, melhor. 

O que uma loja virtual precisa ter?

Já que a estrutura de uma loja virtual é diferente de uma loja física, as suas necessidades também mudam, né? Em primeiro lugar, podemos dizer que uma loja virtual precisa dar segurança suficiente para os seus clientes. Isso vale tanto para a hora de passar o cartão de crédito quanto para terem certeza de que receberão os produtos encomendados.

Mas também existem outros pontos fundamentais para esse tipo de comércio. Sem dúvidas, a plataforma escolhida também faz diferença para a experiência dos consumidores e para o número de vendas. Além disso, o próprio produto comercializado precisa estar de acordo com o nicho de mercado que a marca atende e com o público-alvo a quem se dirige.

Por isso, podemos dizer que uma loja virtual precisa de bons fornecedores, de um amplo sistema de pagamentos e de uma logística rápida, segura e eficiente. A seguir, falaremos de outros pontos que nem sempre são lembrados por quem quer começar a vender online, mas que fazem muita diferença para o crescimento saudável e forte do negócio. Veja aqui: 

É preciso ter CNPJ para abrir uma loja virtual

Sim, o ideal é que a marca tenha um CNPJ antes mesmo de começar a vender. Embora algumas pessoas digam que há situações em que o CNPJ não é necessário, nossa recomendação é que a loja virtual emita notas fiscais desde o primeiro dia. A boa notícia é que o vendedor pode enquadrar o negócio como Microempreendedor Individual.

O regime do MEI é bastante amigável para os negócios que estão começando e que têm um faturamento mensal relativamente baixo. O custo fixo desta modalidade é baixo e, além de poder emitir as notas fiscais e trabalhar dentro da lei, o empreendedor poderá usufruir de benefícios com os fornecedores. 

Afinal, existem vantagens para o lojista em comprar o estoque de produtos na modalidade de atacado, que, em geral, só é permitida quando o vendedor tem um CNPJ. Desta forma, o custo de cada produto é menor, aumentando a margem de lucro do e-commerce ou permitindo que sejam praticados valores mais competitivos no site. 

Como funciona uma loja virtual

Como você pode ver, a criação de uma loja virtual exige muito planejamento. São muitos pontos que precisam ser pensados na hora de colocar um negócio no mercado digital: plataforma, produto, fornecedores, logística, sistema de pagamento, embalagem, etc. E há mais um item que necessariamente deve ser lembrado: a divulgação.

Engana-se quem acredita que a loja virtual funciona como uma loja de rua, na qual as pessoas olham a vitrine e, se gostarem, entram. Se um e-commerce depender dos próprios clientes para digitarem o endereço do site e navegar pela plataforma, provavelmente terá zero vendas mensais. Parece exagero, mas não é!

Como solucionar essa questão? Investindo em divulgação. O Google é o principal buscador e é de lá que partem os acessos para as lojas virtuais. Por isso, ter um site com SEO e pensar em soluções como Google Ads é uma excelente forma de potencializar o tráfego para o site. E é claro que também temos que lembrar de redes como Facebook e Instagram.

Plataforma para loja virtual

Aqui entra outro ponto muito importante para um bom comércio eletrônico: a plataforma. Ela é responsável por proporcionar uma navegação intuitiva e agradável aos consumidores e, mais do que isso, também serve para oferecer recursos que fazem muita diferença na rotina de trabalho do empreendedor digital. 

Justamente por isso, a Simplo 7 é a plataforma que recomendamos. Agora vamos falar um pouco mais sobre ela! Essa plataforma foi projetada para atender tanto os lojistas que já têm o seu negócio quanto os empreendedores que estão começando agora. Seu serviço pode ser contratado por pessoa física ou por pessoa jurídica, facilitando a adesão. 

Em relação às funcionalidades, a Simplo 7 conta com um excelente recurso para SEO (otimização para motores de busca) e permite que o gestor do e-commerce personalize o layout da loja, escolhendo as cores, fontes e letras. Outro ponto positivo é a variedade de métodos de pagamento. A seguir, veja os recursos oferecidos pela plataforma: 

  • Layout: Configuração, cores, fontes, customização de CSS e banner
  • Integração: Google Analytics, Bling e Tiny
  • Marketing: Recuperação de carrinho, Newsletter, MailChimp e Chat
  • Vendas: Pesquisa de satisfação, cupom de desconto e relatórios
  • Canais de venda: Mercado Livre e XML Zoom
  • Produtos: Cotação, grade e variação de produtos
  • Formas de entrega: Correios – PAC, Sedex, e-Sedex, etc.
  • Pagamentos: MOIP, PagSeguro, MercadoPago, PayPal, etc.

Qual o custo para abrir uma loja virtual?

Mas afinal, quanto custa abrir uma loja virtual? Não existe um valor exato que possamos informar, porque o investimento varia conforme o tipo de produto e mercado que o empreendedor vai atuar. Mas podemos destacar os principais pontos que devem ser considerados na hora de fazer o planejamento financeiro do e-commerce.

Em primeiro lugar, um comércio eletrônico precisa de uma boa plataforma. A Simplo 7 possui três planos cujo custo mensal varia de acordo com a quantidade de produtos cadastrada. E por falar em produtos, um e-commerce também precisa de um estoque mínimo para começar a vender.

Essa quantidade não precisa ser enorme, mas deve dar conta das primeiras vendas sem que os produtos esgotem. Além disso, o e-commerce precisa contabilizar os custos com determinadas integrações que possam contribuir para o fluxo do trabalho. Nessa lista também entra a divulgação, que é essencial para atrair consumidores ao site.

E, se for o caso, também devem ser considerados os preços de manter uma equipe e um almoxarifado. Muitos empreendedores começam trabalhando sozinhos, da própria casa, e expandem o negócio apenas quando o volume de vendas é grande o suficiente para justificar esse custo fixo mensal. Essa é uma boa forma de otimizar os gastos. 

Por fim, vale incluir nessa lista o serviço do contador que acompanhará a sua empresa e de uma consultoria específica para e-commerce. Muitos empreendedores esquecem destes dois tipos de serviço, sem se dar conta que eles são fundamentais para o funcionamento saudável do negócio. 

Veja tudo sobre loja virtual

Como você pode ver, criar uma loja virtual exige planejamento. Muitas pessoas acreditam que para começar a vender basta cadastrar os produtos na plataforma e esperar que os consumidores cheguem, mas isso é uma verdadeira cilada. Quem fizer isso terá um prejuízo bem grande no final do mês.

Afinal, a divulgação é essencial para atrair consumidores à loja virtual. Mas não é só isso: criar um e-commerce também envolve estudo sobre os tipos de produtos que serão oferecidos. É fundamental entender se eles estão de acordo com o público-alvo que a marca quer atender e se a loja tem condições de se destacar diante da concorrência.

Sim, estudar a concorrência é básico para compreender em que pontos o e-commerce consegue se diferenciar das demais lojas que atuam no mesmo nicho. Ninguém quer oferecer mais do mesmo, né? A seguir, apresentamos alguns pontos que devem ser considerados na hora de tirar o seu projeto do papel. Confira: 

1. Legislação para montar loja virtual

Você conhece a legislação para criar uma loja virtual? Se você quer trabalhar com vendas online, deve começar a ler sobre isso agora! Ninguém mais do que você deve conhecer as leis que abrangem seu negócio. Só assim você conseguirá trabalhar de maneira séria e adequada, sem correr riscos desnecessários.

O Código de Defesa do Consumidor é quem regula as relações comerciais que acontecem dentro do Brasil. É nele que estão escritas todas as práticas permitidas e proibidas do comércio. Quando ele foi criado, apenas dizia respeito ao comércio tradicional, que era o único vigente na época. 

Por essa razão, em 2013 foi implementada uma legislação específica para o comércio eletrônico: o Decreto 7962. Você sabe o que esse decreto diz? Lá consta que o responsável pelo e-commerce precisa disponibilizar a razão social e o CNPJ da loja ou o seu nome completo e o CPF. Além disso, também deve informar o endereço físico e eletrônico da loja. 

Ou seja, mesmo que o empreendedor trabalhe da sua própria casa e que as vendas sejam realizadas apenas de maneira virtual, com envio por Correios ou por transportadora, o endereço físico deve estar disponível. Além disso, as informações disponíveis no site devem estar claras e precisas, com detalhes sobre taxas adicionais, custos de envio, etc. 

2. Recursos para montar loja virtual

Agora que a parte jurídica já está esclarecida, vamos falar sobre os recursos para montar a loja virtual. Isso diz respeito à plataforma escolhida, que muitas vezes induz os empreendedores ao erro. Como assim? A questão é que os vendedores novatos escolhem a plataforma do e-commerce tendo um único critério: o preço. 

E é aí que mora o perigo, pois plataformas gratuitas ou muito baratas até podem ser suficientes nos primeiros meses de atuação, mas logo se tornarão defasadas. Quando o negócio crescer e o e-commerce precisar de mais funções, o único caminho possível será a migração para uma plataforma com mais recursos. 

Essa migração é chata e arriscada, pois o e-commerce ficará fora do ar por algumas horas e terá risco de perder os produtos cadastrados. Por isso, o ideal é que o empreendedor já comece a vender em uma plataforma completa, mesmo que opte por um plano básico no início. Quando seu negócio crescer, um simples upgrade será suficiente.

3. Como realizar a primeira venda

Depois de ter escolhido a plataforma ideal para o seu negócio e de ter cadastrado todos os produtos, com preços e informações detalhadas, será a hora de começar a vender. Mas como realizar a primeira venda? É aí que entra o seu sistema de pagamento e organização com logística, ou seja, com Correios ou transportadora.

Quanto mais meios de pagamento estiverem disponíveis, maiores serão as chances de você transformar acessos em vendas. Lembre-se que há quem prefira comprar com cartão de crédito para poder parcelar sem juros, ao mesmo tempo em que também há quem queira pagar com boleto bancário por questão de segurança.

A decisão da logística também impacta muito na qualidade do serviço oferecido. No início, você poderá optar por enviar os produtos pelos Correios, já que terá um volume baixo, o que não compensa arcar com os custos de transportadora. Mais para frente, quando as vendas aumentarem, vale comparar as duas modalidades. 

4. Como se organizar para a loja funcionar

O planejamento de uma loja virtual dá trabalho, pois deve contemplar todas as decisões importantes para o negócio: produtos, fornecedores, logística, divulgação e assim por diante! Mas o trabalho não termina depois que a loja inaugura e começa a vender. Pelo contrário, é aí que o ritmo começa de verdade!

A melhor maneira de criar um negócio eficiente é prevendo todo o fluxo de etapas durante o planejamento do e-commerce. Tenha em mente que seu trabalho como vendedor virtual contemplará algumas tarefas recorrentes, como reposição de estoque, contato com Correios ou transportadora e serviço de pós-vendas aos consumidores. 

Nem sempre essas tarefas seguirão uma ordem. Ou seja, haverá momentos em que você terá que chamar a transportadora ao mesmo tempo em que negocia preços com um fornecedor. Por isso, quanto mais clareza esse fluxo tiver, maiores serão as chances de você dar conta de tudo sem que a sua loja sofra consequências.

Lembre-se que o ponto final do processo é sempre o cliente. Por isso, qualquer problema entre as etapas será refletido na qualidade e no prazo de entrega da encomenda. Isso necessariamente impacta na satisfação do consumidor e na possibilidade dele voltar a comprar no site. Tenha sempre em mente que você deve encantar seu cliente.

5. Divulgação da loja virtual

No mundo virtual, os consumidores não vão digitar na barra o endereço do seu site. Eles chegarão a partir de pesquisas em buscadores como o Google ou de propagandas em redes sociais como o Facebook e o Instagram. Por isso, assim que sua loja estiver pronta para ser acessada, comece a divulgá-la. 

Outra maneira eficiente de se tornar conhecido no mundo virtual e de fazer a primeira venda – e a segunda, terceira e quarta – é a partir de parcerias com influenciadores digitais. Veja quais são os nomes que se destacam no seu nicho e entre em contato para conhecer o seu modelo de trabalho e de divulgação.

Há influenciadores que aceitam receber produtos em troca de publicidade, enquanto outros cobram um valor em dinheiro. Antes de partir para a negociação, veja se são pessoas cujos valores e posicionamento têm sintonia com a sua marca. Se achar que sim, siga em frente, esse tipo de parceria costuma oferecer bons resultados para as marcas. 

Agora que você já sabe absolutamente tudo sobre loja virtual, que tal tirar a sua ideia do papel? Quer vender, mas ainda não sabe que produto poderá fazer sucesso no mercado virtual? Confira aqui um top 10 com os melhores produtos para vender online! Assim ficará muito mais fácil de empreender e de crescer na internet. Boa sorte!

Alanis Barcellos

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