Pensando em abrir seu negócio? Aprenda como montar uma loja virtual!

Pensando em abrir seu negócio? Aprenda como montar uma loja virtual!

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A cada dia cresce o número de negócios na internet e a tendência é só continuar nesse ritmo. No entanto, não basta ter muita força de vontade. É preciso saber como e onde investir e adotar estratégias apropriadas para o ambiente digital. Ou seja, é importante saber como montar uma loja virtual antes de se aventurar nesse universo.

De qualquer forma, a web oferece ótimas oportunidades, tanto para quem já tem uma loja física e quer expandir sua atuação quanto para quem deseja empreender. Mas se você não sabe por onde começar, calma, pois podemos ajudar.

Neste post você confere um passo a passo de como abrir o seu e-commerce de maneira adequada. Continue a leitura e descubra o que fazer!

1. As principais vantagens de abrir uma loja virtual

Antes de mostrar como montar a sua loja virtual, queremos destacar por que você deveria investir nesse tipo de negócio. Caso ainda exista alguma dúvida, este é o momento de se decidir. Confira as principais vantagens.

Baixo valor de investimento

É claro que qualquer empresa requer um investimento. No entanto, para uma loja física é preciso investir no local, na infraestrutura e em bem mais mão de obra, entre outros detalhes, dependendo do seu setor e modelo de negócio.

Para abrir uma loja virtual, é necessário apenas comprar um domínio, escolher uma plataforma, criar um site com um layout funcional e agradável e se decidir pelas formas de pagamento e entrega. Mesmo que isso tudo tenha um custo, ainda é bem menor. E também, conforme o crescimento do e-commerce, talvez seja preciso investir um pouco mais.

Menor custo para manutenção

Se é mais barato para abrir, também é para fazer a manutenção. Afinal, se a infraestrutura é mais simples, não é preciso um custo muito alto para fazer a gestão da loja. Não é necessário pagar tantos funcionários, além dos custos com aluguel, luz e até gastos com a troca de alguns equipamentos.

Disponibilidade de horário

Em uma loja física, é preciso se preocupar com o horário de funcionamento, que depende de acordos comerciais, da contratação de funcionários e regras trabalhistas. Isso pode ser um problema, pois nem sempre seus clientes terão a mesma disponibilidade.

Já uma loja virtual pode funcionar 24 por dia, todos os dias da semana. Desta forma, os consumidores podem adquirir os produtos sem sair de casa, no horário que eles preferirem, como depois do trabalho ou no fim de semana. Acaba sendo uma maneira de aumentar as suas chances de fechar uma venda e uma comodidade para seus clientes.

Maior alcance de consumidores

O conceito de praça é usado há muito tempo na administração e no marketing. Refere-se exatamente à localização de uma empresa, fator antes tido como essencial para o sucesso dela, uma vez que todas as estratégias deveriam levá-lo em conta.

Com uma loja virtual, a praça passa a ser qualquer lugar onde existam consumidores em potencial. Assim, além de aumentar o alcance para os clientes, essa é uma forma mais simples e barata de expandir seus negócios para outras áreas, inclusive, outros países.

Mais comodidade

É fato que a rotina das pessoas, principalmente nas grandes cidades, está cada vez mais corrida. Por isso, elas buscam alternativas que proporcionem mais praticidade na hora de comprar.

Ter uma loja virtual pode significar mais comodidade para os seus clientes se você já tem um negócio físico. Se ainda não tem, pode ser exatamente a chance de conquistar consumidores interessados em contar com essa vantagem, sobretudo se oferece algum serviço ou produto mais exclusivo ou diferenciado.

2. Entenda por onde começar para montar uma loja virtual

Se você já se decidiu por montar uma loja virtual depois de ver todas essas vantagens, é hora de começar a traçar um plano e colocá-lo em prática. Veja a seguir os principais passos para atingir esse objetivo.

Veja o quanto pode investir

Pode ser que durante o processo de planejamento e implantação da sua loja virtual, o orçamento inicial mude. Mas é preciso saber o quanto pode e está disposto a investir. Por isso, reúna todo o capital necessário e disponível, desde que não vá comprometer a sua subsistência.

Existem algumas linhas de crédito especiais para a abertura de negócios na internet. Porém, antes de se arriscar e contrair uma dívida, veja o que pode ser feito com o que você já tem em caixa.

Faça uma pesquisa de mercado

Talvez você já tenha se decidido por um público e os produtos para loja virtual a serem ofertados de acordo com suas experiências anteriores e até preferências. No entanto, é essencial fazer uma pesquisa de mercado prévia para conhecer o desempenho desse setor e para conhecer o comportamento dos consumidores em relação a ele.

Por mais relevantes que sejam os seus conhecimentos, é bom se ter em mente que as pessoas se comportam de forma diferente quando estão na internet. Por exemplo, se em uma loja física ela pode experimentar uma roupa e, portanto, o caimento é um fator muito considerado, na web isso vai para o segundo plano, enquanto o preço e modelos mais exclusivos são diferenciais mais procurados.

Inclusive, pesquise também sobre seus concorrentes e o desempenho deles nos últimos anos. Isso é fundamental, uma vez que a partir de experiências bem ou malsucedidas é possível prever algumas ocorrências e tomar decisões mais eficientes.

Escolha um segmento de mercado

É muito ambicioso querer vender de tudo e para todos. Alguns sites até já conseguem fazer isso, mas é difícil concorrer com empresas bem estabelecidas na internet, como Americanas e Walmart.

De fato, um grande segredo para a sobrevivência e a convivência de tantos negócios online é, exatamente, a segmentação de mercado. Depois de realizada uma boa pesquisa, você pode encontrar um nicho pouco ou nada explorado (algo quase impossível), mas que, de qualquer forma, pode se tornar o grande diferencial que vai atrair seus clientes.

Trace metas e planeje suas ações

É provável que você tenha um monte de ideias na cabeça. Agora é a hora de colocá-las no papel. Assim como qualquer tipo de empresa, um e-commerce também precisa se basear em um planejamento detalhado e metas e objetivos claros.

Desta forma, trace metas de acordo com suas possibilidades de investimento e crie um planejamento de todas as etapas para a implantação e o funcionamento do seu negócio. Esse processo precisa ser baseado em informações sólidas recolhidas sobre o mercado e o segmento de atuação. Será importante tanto para a execução quanto para conferir os resultados obtidos.

Conheça todas as obrigações legais e burocráticas

Não adianta se aventurar em um novo negócio sem conhecer todas as implicações legais relacionadas a ele. No caso das empresas online, existe uma lei específica que regulamenta a atividade, o decreto 7.962 de março de 2013, conhecido com a lei do e-commerce. Não entraremos em detalhes sobre essas normas, mas é fundamental estudá-las a fundo.

Também é importante atentar para as burocracias envolvidas, como a necessidade de fazer o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) na Receita Federal. Além disso, existem outras questões, boa parte delas relativas à abertura de qualquer tipo de empresa. Outras são mais específicas para se gerenciar uma loja virtual, como a criação de um domínio.

Cuide da parte técnica e operacional

Trata-se da última etapa para se montar uma loja virtual e, possivelmente, a mais demorada. Depois de fazer muita pesquisa, atentar para todas as questões burocráticas e legais e planejar bastante, é hora de botar a mão na massa para colocar o seu e-commerce para funcionar.

É o momento de escolher uma plataforma, os meios de pagamento, cuidar da logística e estruturar todos os processos necessários. No início, a sua operação pode ser mais simples, mas já pense em como ela pode ser criada para se adaptar ao crescimento, ainda mais porque os negócios na web costumam crescer numa velocidade maior do que as empresas físicas. E a capacidade de adaptação a mudanças pode ser determinante para o seu sucesso.

3. Como identificar o melhor tipo de mercado para trabalhar

Já adiantamos sobre a necessidade de se encontrar um segmento de mercado. Mas como é possível fazer isso? Como separar um nicho de mercado e o que ele representa para o negócio?

Pois bem, um nicho ou segmento de mercado nada mais é do que um público (ou públicos) com necessidades específicas de acordo com suas preferências, modo de vida, localização, idade, características físicas, psicológicas e profissionais etc.

Assim, configura um nicho significa não só entender quais pessoas se interessam por alimentação saudável, como também aquelas que procuram alimentos lowcarb ou sem glúten, entendeu?

Se uma pessoa tem necessidades muito específicas, pode ser bastante difícil conseguir atender a isso. De fato, nem todo supermercado vende alimentos para pessoas que não podem comer glúten.

Desta forma, segmentar um mercado consiste em encontrar algo que tenha uma grande procura que ainda nao seja suficientemente atendida. Ou seja, alta demanda e pouca oferta.

Para saber como encontrar um segmento, faça uma busca na internet por alguma coisa que você deseja vender e veja o retorno na quantidade de resultados. Também converse com pessoas da área para saber o que está em alta e leia bastante conteúdo sobre o assunto.

4. A importância de uma pesquisa de mercado

A verdade é que, infelizmente, se faz muito poucas pesquisas de mercado. E esse pode ser o principal motivo para o fechamento de muitas lojas físicas e virtuais. Afinal, é impossível ser bem-sucedido sem se conhecer a fundo os consumidores, o comportamento deles e a relação com os produtos oferecidos.

Muitos empreendedores se arriscam com base em conhecimentos superficiais (muitas vezes, preconceituosos ou ultrapassados) para abrir uma loja virtual, bem como em tendências passageiras. No entanto, uma pesquisa, por mais básica que ela seja, pode revelar informações até surpreendentes.

O melhor é que nem é necessário investir tanto para se pesquisar sobre o mercado. Se você não pode pagar uma empresa especializada, pode criar um formulário com questões que ajudem a entender a necessidade e o comportamento dos consumidores em determinado segmento. Ele pode ser divulgado via redes sociais, por e-mail, para seus amigos.

É preciso apenas atentar para que o formulário seja respondido por pessoas interessadas. De fato, quanto maior o número de respostas, mais confiável será a pesquisa. Além disso, é bom ficar de olho em sites especializados e ler bastante sobre o assunto, assim como na segmentação. Inclusive, você pode notar que essas duas etapas são bem relacionadas e até dependentes uma da outra.

5. A gestão financeira da loja virtual

Uma gestão financeira inadequada é uma das principais causas para o fim de muitas empresas, inclusive das lojas virtuais. Qualquer detalhe pode comprometer a sua saúde financeira, sendo fatal, sobretudo para quem ainda está começando. Por isso, é fundamental adotar alguns cuidados, como mostraremos a seguir.

Planejamento financeiro

Anteriormente falamos sobre a necessidade de saber o quanto se pode investir. Pois é, trata-se de fazer um planejamento financeiro, com a previsão e o orçamento de todos os gastos para a implantação da loja virtual. Quanto mais próximo o valor real se aproximar do planejado, mais eficaz será o seu negócio.

Controle de custos

Ainda que seu planejamento esteja sendo seguido a risca, podem ocorrer imprevistos. Assim, é importante tentar controlar e reduzir os custos sempre que possível. Inclusive, isso pode representar um aumento na sua lucratividade e liquidez depois de um tempo de funcionamento.

Monitoramento do estoque

No início, até que você comece a fazer mais vendas, pode ser que seu estoque seja um pouco limitado. Mas o ideal é que ele consiga se adaptar rapidamente a uma maior elasticidade na demanda. Isso significa tanto a necessidade de se fazer um controle rigoroso quanto de se negociar com fornecedores confiáveis e com boa capacidade de entrega.

Separação das contas do e-commerce

Esse é um fator facilmente negligenciado e que pode por tudo a perder. Quando se começa um negócio virtual e ainda existe pouca movimentação financeira, é fácil cair no erro de misturar a gestão financeira da loja virtual e das contas pessoais. Não caia nessa cilada! Separe as contas, com orçamentos bem distintos e, de preferência, até tenha um tempo dedicado para cada uma delas.

Tenha uma reserva financeira

Sabe esses imprevistos que mencionamos anteriormente? Pois é, por conta deles e porque o orçamento nem sempre consegue seguir o planejado, é que devemos ter um fundo de reserva. No entanto, por mais tentador que seja, é preciso manter a disciplina e usá-lo somente quando for muito necessário.

6. Fique por dentro dos tipos de marketplace e de e-commerce

Lembra quando falamos sobre a importância de se conhecer o seu público? Bom, isso pode ser determinante para a escolha do tipo de e-commerce e até de marketplace. Não sabe o que é marketplace? Calma, que vamos explicar!

Primeiro, vamos aos principais tipos de e-commerce. São eles:

  • Business to Business (B2B): quando o público de uma empresa é formado por outras empresas — como no caso alguns que vendem produtos de informática e softwares;

  • Business to Consumer (B2C): nesse caso, o e-commerce vende diretamente para o público final (consumidores), como na maioria dos sites da internet, como Americanas, Dafiti etc;

  • Consumer to Consumer (C2C): está se tornando mais comum, quando uma pessoa negocia diretamente com outra, em sites como eBay e Mercado Livre;

  • Consumer to Business (C2B): é mais raro e mais específico, quando um consumidor vende para uma empresa, mas acontece, inclusive no caso já bem difundido dos bancos de imagem (Shutterstock, Getty Images), nos quais os fotógrafos disponibilizam suas fotos para as empresas;

  • Business to Government (B2G): negociação que ocorre entre uma empresa e as instituições governamentais, que possui regras e critérios de seleção bem rígidos.

Agora podemos passar para a explicação do que é marketplace. Consiste num modelo de negócio no qual uma grande plataforma digital oferece produtos de diversos vendedores menores. No Brasil, passou a vigorar a partir de 2012, com a abertura de grandes portais, como Americanas, Submarino e Walmart, para pequenas lojas virtuais. No mundo, a pioneira e também o exemplo mais bem-sucedido é o da Amazon.

Para as empresas, a vantagem do marketplace é poder contar com todo o aparato de marketing e o alcance das empresas maiores, além da credibilidade e do renome da marca. Se para quem está começando é muito difícil concorrer com uma Casas Bahia, por que não passar a vender então por meio dela?

Vender num marketplace não significa abrir mão de sua própria loja. Pelo contrário, é uma oportunidade de mais clientes conhecerem o seu trabalho e passarem a comprar diretamente com você.

Assim como no caso do e-commerce, existem diferentes tipos de marketplace. Na verdade, a classificação de ambos é bem parecida, pois o que vale é mesmo o tipo de vendedor e de público a que se destina. É bom conhecer bem essas características, bem como as regras de utilização antes de começar a vender num marketplace.

7. A escolha da plataforma ideal para a sua loja

Um fator também essencial para se tratar quando se quer montar uma loja virtual é escolher o tipo de plataforma mais adequado para o seu negócio. Mas afinal, o que é isso?

Uma plataforma de e-commerce é o sistema digital que possibilita não só a implantação de uma loja virtual, além de toda a sua gestão. É por meio dela que os consumidores interagem com a loja e também o lugar no qual você pode inserir novos produtos, gerar relatórios, controlar as formas de pagamento, entre outras operações.

Como você pode perceber, a plataforma é algo essencial para se montar uma loja virtual. Veja os principais tipos de acordo com cada e-commerce.

On-premises

É preciso adquirir a licença do software de uma empresa desenvolvedora, além de contratar profissionais para fazer o layout, a implantação e a hospedagem. Portanto, é necessário investir um pouco mais. A vantagem é poder personalizar a loja, sobretudo se você tem um produto ou público mais específico.

Open Source

Parecido com o modelo on-premises, só que o código é gratuito. De qualquer forma, você ainda terá que contratar um layout e fazer a hospedagem e a implantação. Como o código é aberto, também é importante ficar atento a questões relativas à segurança, estabilidade e escalabilidade.

SaaS (Software as a Service)

Um dos modelos mais utilizados, inclusive por lojas na fase inicial. Caso ainda não tenha muito dinheiro para investir, pode ser uma boa opção, pois nesse modelo o código é o mesmo para várias empresas, pagando-se apenas uma mensalidade. A desvantagem fica por conta da baixa possibilidade de personalização, o que nem sempre é um problema, dependendo do seu tipo de negócio.

Low end

Também indicado por lojas menores por ser mais barato. Uma mesma empresa oferece a implementação, a hospedagem e todo o suporte. O software que faz a loja funcionar já está pronto, com mais estabilidade e segurança, porém, sendo compartilhado por vários e-commerces menores.

High end

É o modelo mais completo e complexo, ideal para lojas maiores e bem consolidadas, pois é totalmente personalizável. No entanto, todo o trabalho deve ser contratado, inclusive o software, sendo preciso contratar profissionais e até empresas especializadas.

8. A contribuição do marketing digital

Se você seguir todos os passos descritos até aqui, já poderá colocar a sua loja para funcionar. Mas como garantir que seus clientes chegarão até ela? É aí que entra o marketing digital.

É sempre bom lembrar que a concorrência na internet acaba sendo muito maior do que no ambiente físico, até pela inexistência de barreiras de localização. Assim, é preciso adotar algumas estratégias para se diferenciar dos outros e fazer com que as pessoas interessadas em comprar o seu produto encontrem a sua loja.

Neste sentido, o marketing em loja virtual consiste numa série de estratégias e ações para atrair, reter e engajar os clientes em potencial, de acordo com o seu funil de vendas. A escolha delas vai depender bastante do seu tipo de e-commerce, do segmento e de todos os fatores os quais já mencionamos. Brevemente, podemos citar as principais ferramentas:

  • marketing de conteúdo: produção de textos, infográficos, e-books e outros conteúdos que estabeleçam uma relação de confiança e autoridade com a sua marca;

  • mídias sociais: meios de interação e de engajamento dos clientes com uma marca, seus produtos e temas;

  • links patrocinados: anúncios pagos em sites de busca, conforme o interesse de cada consumidor.

9. Como a consultoria de e-commerce pode ajudar nesse processo

Ufa! Por mais que seja menos complicado montar uma loja virtual que uma física, ainda é muita coisa para se fazer, não é mesmo? Nessa hora, pode fazer muita diferença a contratação de uma consultoria em e-commerce.

De fato, talvez este artigo tenha trazido mais perguntas que respostas. Afinal, qual plataforma de e-commerce escolher? Como segmentar seu público adequadamente? E a pesquisa, dá para fazer só com um formulário mesmo ou preciso de ajuda? Quanto vou precisar investir? Como posso implementar um funil de vendas?

Enfim, são muitas questões que podem ser resolvidas mais facilmente com a ajuda de uma consultoria especializada. Uma empresa com a expertise necessária para a implantação de todas as etapas do negócio, de acordo com cada especificidade dele e quais estratégias de marketing digital para loja virtual podem ser adotadas.

Isso pode ser determinante para o seu sucesso, uma vez que a inexperiência e escolhas erradas podem comprometer totalmente a sua loja virtual. Na internet, qualquer detalhe pode resultar na queda das vendas ou numa má reputação do vendedor.

Assim, antes de montar uma loja virtual, pesquise bastante, se informe e, se for possível, peça ajuda de quem entende do assunto. Vale a pena investir em e-commerce, mas com sabedoria.

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Marcio Eugênio é especialista em e-commerce, com mais de 13 anos de experiência na área, e sócio-fundador de três empresas focadas em e-commerce. É colunista em diversos portais relacionados a comércio virtual, administração e empreendedorismo, além de contar com vasta experiência em comércio eletrônico. Foi eleito em 2016 como o melhor profissional de e-commerce pela Abcomm, através de votação popular, e é apresentador do maior canal focado em e-commerce do Youtube no Brasil. O Projeto mais recente de Loja virtual é a https://www.monnieri.com.br/ que saiu do zero a um milhão de reais de faturamento em menos de dois anos.

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