O guia completo de como montar uma empresa

O guia completo de como montar uma empresa

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O Brasil passa por uma onda de empreendedorismo  um momento em que montar uma empresa é visto como uma oportunidade para aumentar a renda mensal e garantir a estabilidade financeira. Apesar de os empreendimentos, por necessidade, estarem ganhando força, aqueles iniciados pela oportunidade também têm apresentado um crescimento significativo.

No caso do empreendedorismo por necessidade, o profissional recorre à montagem do próprio negócio porque precisa adquirir uma fonte de renda ou incrementar seus ganhos mensais. Normalmente, o empreendedor com esse perfil está insatisfeito em seu cargo atual ou foi recentemente desligado de uma empresa. No segundo caso, porém, o investidor nutre esse sonho de ter a própria marca e, impulsionado por algum fator externo, põe o plano em prática.

Segundo pesquisa do Sebrae, cerca de 2/3 dos brasileiros almejam ter um negócio próprio. Apesar desse grande número de pessoas que desejam se lançar no empreendedorismo, optar por esse segmento demanda muito controle e planejamento por parte do investidor. Um negócio próprio exige conhecimentos específicos e dedicação do futuro empreendedor, e só a tomada de ações estratégicas e um bom planejamento preliminar podem assegurar o sucesso da companhia.

A Internet facilitou o trabalho do empreendedor. No entanto, caso alguma esfera do e-commerce não seja bem administrada, as falhas cometidas afetarão todo o funcionamento da empresa e poderão impedi-la de se tornar uma referência em seu ramo de atuação. Por isso, nosso guia ensina as melhores práticas para montar uma empresa e contornar os desafios. Acompanhe!

Como escolher um segmento para a sua empresa?

Na hora de montar uma empresa, surge a dúvida: qual segmento de mercado é o mais adequado para apostar? Especialmente em tempos de recursos escassos e concorrência intensa, é importante focar os esforços em um nicho específico para prosperar e não perder seus investimentos.

O que é a segmentação de mercado?

Optar por um segmento de mercado consiste em definir ações estratégicas voltadas para atender às necessidades de uma parcela muito bem segmentada de seu público. Na prática, isso quer dizer que, entre todos os perfis de clientes que já negociam com a sua marca ou que são visados por ela, um será escolhido para direcionar os processos.

Lançamentos de produtos, novidades e campanhas publicitárias passam a ser direcionados para esses consumidores em potencial, atendendo a seus anseios. Por isso, é importante conhecer as demandas dos clientes.

A segmentação pode ser feita de diversas maneiras. A loja pode centrar seus esforços no público feminino ou masculino, por exemplo. Caso segmentar pelo sexo não seja uma boa alternativa, é possível fazer uma repartição de seu público-alvo pela idade, pelo poder aquisitivo ou por nichos.

Mas o que leva uma empresa a se segmentar? O primeiro motivo é se diferenciar no mercado e ganhar destaque diante das concorrentes. Segmentar também é uma boa estratégia porque evita que a organização “atire para todos os lados”. A marca, quando define bem suas métricas e seu público ideal, pode se tornar uma autoridade em seu ramo.

Como encontrá-la?

Já que não existe uma fórmula única para segmentar seu público, pode ser mais difícil decidir para qual direção guiar sua empresa. No entanto, há três fatores primordiais que ajudarão o gestor a montar um e-commerce de sucesso.

Segmentação geográfica

Na hora de ajustar seus produtos aos anseios do consumidor potencial, observar as características geográficas é um auxílio significativo. Comece decidindo: seu e-commerce venderá apenas para o Brasil ou as vendas para o exterior já são uma possibilidade?

Determinando as fronteiras geográficas da sua loja virtual, fica mais fácil moldar suas estratégias e, inclusive, adaptar sua plataforma. Como assim? Bem, um site que vende para o exterior precisa dispender com um trabalho de tradução, com uma hospedagem de qualidade — que dê conta da quantidade de acessos  e com um sistema de pagamentos preparado para a conversão monetária.

Para expandir as fronteiras geográficas da sua empresa, é preciso investir.

Segmentação psicográfica

Nessa segmentação, os clientes já não são divididos pela localização, mas por personalidade, hábitos de compra, atitudes, demandas, opiniões e estilo de vida no geral. Para realizar a segmentação psicográfica, é preciso responder a algumas questões: como é o comportamento do seu consumidor? O que ele busca? Quais diferenciais geram valor agregado ao seu produto?

É claro que essa segmentação precisa estar muito bem alinhada com seu plano de marketing. Divulgar adotando a linguagem do cliente potencial é importante para criar uma relação afetiva com ele. Além disso, é evidente que as compras que vão compor o mix de produtos também precisam estar de acordo com o gosto do consumidor.

Segmentação comportamental

Não vale confundir essa segmentação com a anterior! A proposta, aqui, é um pouco diferente, já que prevê a identificação do seu consumidor potencial de acordo com a forma como ele se relaciona com a marca e de acordo com sua frequência de compras.

Essa segmentação funciona melhor quando a loja já está em atividade — por isso, pode ser um refino das segmentações anteriores. Para realizá-la, é importante ficar de olho na sazonalidade das compras dos clientes, a fim de explorá-la a favor das estratégias da marca.

Como funciona a Lei do E-commerce?

Está em vigor, no Brasil, a Lei do E-commerce — o Decreto n. 7.962, de 15 de março de 2013, que veio para regulamentar o Código de Defesa do Consumidor quanto ao comércio eletrônico de produtos. Você conhece a fundo a legislação?

Segundo a Lei do E-commerce, há a obrigatoriedade de ofertar aos visitantes e clientes informações claras sobre os serviços, produtos e fornecedores da empresa. Também vale prestar um atendimento facilitado ao cliente e garantir o direito ao arrependimento.

Ou seja, a regulamentação serve para determinar alguns pontos fundamentais que garantirão que os consumidores e lojistas na Internet tenham segurança no decorrer das transações. Conhecê-la é essencial para ter um e-commerce operando com sucesso e dentro das diretrizes. Por isso, vamos apontar e esclarecer os artigos principais que compõem essa Lei.

Informações essenciais

O decreto prevê que algumas informações são essenciais para garantir a transparência na relação entre o e-commerce e seus compradores. Na hora de montar uma empresa virtual, o empreendedor não pode deixar de explicitar:

  • seu nome-fantasia (ou seja, o nome da marca) e o CNPJ;
  • dados que possibilitem o contato com a empresa (como e-mail e telefone), além do endereço físico responsável pelo gerenciamento da loja;
  • as descrições essenciais dos produtos, sem se esquecer de citar quaisquer riscos ou recomendações de segurança necessários ao uso do item;
  • especificações de preço, envolvendo quaisquer despesas adicionais, como o frete;
  • condições da oferta dos produtos, contendo a disponibilidade dos estoques, regras de promoção, prazos para expedição e frete etc.;
  • quaisquer restrições ao aproveitamento da oferta, como a sujeição aos limites do estoque.

Lei do E-commerce nas compras coletivas

Um shopping virtual  essa talvez seja a melhor definição para descrever o marketplace. Esse sistema funciona como um canal de vendas colaborativo na Web, um mesmo site em que diversas lojas podem vender seus produtos. Diferentemente de um e-commerce com domínio próprio ou de um clube de compras, a mesma plataforma abriga diversos lojistas.

No caso das compras coletivas, que acontecem em alguns sites, como Peixe Urbano e Groupon, pode haver uma quantidade mínima de consumidores para efetuar a negociação. As condições da transação também podem ser diferentes, e tudo isso precisa ficar claro para o comprador.

O Decreto n. 7.962/2013 inclui, em seu texto, algumas normas específicas que regem esse tipo de compras. Os sites que ofertam compras coletivas ou categorias semelhantes deverão, além de cumprir com as diretrizes já citadas anteriormente, seguir mais algumas regras. O marketplace precisa citar:

  • a quantidade mínima de clientes para que o negócio seja efetivado, no caso das compras coletivas;
  • o prazo para utilizar a oferta (já que, no caso da compra coletiva, geralmente se retira um voucher com data de validade);
  • a identificação do fornecedor responsável pelo site e do fornecedor da oferta — sem se esquecer do nome fantasia, do CNPJ e das demais informações de contato.

A compra coletiva é regulamentada especificamente por outro projeto além da própria Lei do E-Commerce. O Projeto de Lei n. 1.232/2011 se preocupa em regrar o comércio eletrônico coletivo de produtos ou serviços, fornecendo algumas normativas para regular a transação nesses casos.

Direito ao arrependimento

Na Lei do E-commerce consta um tópico sobre o direito de arrependimento do consumidor. A Lei determina que o fornecedor deve informar, com clareza, os meios pelos quais esse dispositivo será executado. O direito ao arrependimento significa a rescisão contratual sem qualquer ônus para quem compra, podendo ser exercido pela mesma ferramenta utilizada para a aquisição.

É dever da marca enviar uma confirmação do recebimento da declaração de arrependimento ao comprador que a solicita. A loja ainda deverá comunicar imediatamente à instituição financeira ou à administradora de cartão para que a operação não seja cobrada na fatura do cliente. Caso o lançamento já tenha sido feito na fatura, o estorno deverá ser solicitado imediatamente.

Segundo o artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor, o exercício do direito de arrependimento é fixado no prazo de sete dias, para os casos em que a contratação ocorrer externamente a um estabelecimento comercial. Ou seja, a regra se aplica às compras on-line.

O que é preciso saber sobre domínio para meu site?

Um domínio é a identidade do seu site. Por isso, quando se escolhe montar uma empresa virtual, é preciso ficar de olho para escolher um domínio que traduza a identidade da marca e que seja memorável. Uma escolha acertada não deixa que seu site passe despercebido pelo consumidor.

A dica é que o domínio seja o nome da sua empresa seguido de uma terminação. Esse sufixo após o nome da organização pode variar, sendo os mais comuns “.com” ou “.com.br”. Há diversas outras terminações à disposição do gestor, como “.org”, “.net” ou “.info”, mas a tendência é apostar em um dos dois primeiros, que são mais fáceis de memorizar e passam mais confiança ao internauta.

Nesse importante passo para a inserção da marca no meio digital, o mais vantajoso é comprar o domínio em vez de contar com as versões gratuitas. Isso porque a segunda opção normalmente mantém o nome da plataforma de criação, e isso tira a autoridade da sua marca e dificulta a leitura do domínio — o que destitui um pouco a aparência profissional do site.

A importância da hospedagem

O serviço de armazenamento que torna seu site disponível para os internautas é chamado de hospedagem. Tão importante quanto a escolha do domínio, esse é o passo seguinte para colocar sua loja no ar. As empresas que disponibilizam o serviço têm planos simples e baratos, bem como opções personalizadas com custos mais elevados — basta escolher a hospedagem que melhor se adapta ao seu modelo de e-commerce.

É possível registrar e hospedar o site por provedores distintos, mas, registrando o domínio e hospedando no mesmo servidor, você consegue economizar com descontos e pacotes promocionais. A seguir, confira os tipos de hospedagem disponíveis.

Hospedagem compartilhada

Nesse primeiro tipo de hospedagem, o mesmo servidor é capaz de comportar centenas de sites ao mesmo tempo. Assim, cada site dentro do servidor terá sua cota de espaço em disco e sua memória dedicada, mas o serviço que os hospeda é o mesmo.

O desempenho do site é inferior, se comparado a uma hospedagem exclusiva, em que cada página tem seu próprio servidor. O custo, por outro lado, é significativamente menor na hospedagem compartilhada.

Hospedagem dedicada

Se, na hospedagem compartilhada, muitos sites partilham o mesmo setor, nessa segunda categoria, acontece a adoção de um servidor inteiramente disponível à sua página. Uma hospedagem dedicada custa mais caro, é fato. Porém, garante segurança e estabilidade para websites com altos números de acessos simultâneos.

Esse tipo de hospedagem é bastante recomendado para sites de grande porte, especialmente aqueles que pretendem vender para o exterior.

VPS

A sigla, vinda de Virtual Private Server, sinaliza uma terceira opção para quem quer hospedar a página da empresa. No Servidor Virtual Privado, os sites também partilham o provedor, no entanto, cada servidor fica isolado, preservando o desempenho da página.

Quais os principais desafios de um empreendedor e como lidar com eles?

Ao montar seu primeiro negócio virtual, um dos principais desafios é entender sua abrangência e saber o valor exato a ser investido. É fundamental também que o gestor tenha conhecimento profundo do seu ramo de atuação e um plano de negócios bem estruturado para nortear suas estratégias, prevendo investimento e retornos.

O gestor deve compreender que o e-commerce é um comércio como outro qualquer. Ainda que o investimento inicial seja exponencialmente menor do que o investimento em uma loja física, frustrações podem acontecer e o empreendedor precisa se preparar para elas.

No entanto, é claro que há especificidades no caso de uma loja virtual, como o fato de o negócio digital evoluir muito rapidamente e mudar com frequência. O perfil de empreendedor ideal é aquele que está apto a lidar com as evoluções periódicas do negócio.

Alguns desafios podem ser previstos e conhecê-los pode preparar o gestor para enfrentá-los à medida que seu negócio amadurece. Conheça os principais entraves enfrentados por um novo e-commerce e aprenda a montar uma empresa fugindo desses fatores de risco!

Chamar a atenção

Se, na loja física, o ponto comercial funciona para atrair o público e a vitrine deve chamar a atenção dos passantes, no e-commerce, é importante que o empreendedor tenha um bom planejamento de mídia e crie campanhas matadoras!

Nenhum cliente chegará ao e-commerce se não for atraído pelas campanhas de marketing. Não se trata simplesmente de anunciar, mas de adotar ações inteligentes que falem diretamente com o consumidor. É preciso saber quem deseja atingir e a forma de chegar ao cliente potencial.

Montar um bom layout

Uma loja física não atrai consumidores sem uma vitrine chamativa, com bons produtos, bem decorada e adequadamente iluminada. No e-commerce, o negócio não chamará a atenção do internauta sem um ótimo layout e uma navegabilidade que facilite o acesso.

Cores, fotografias, botões, banners e menus são importantes para impactar o usuário de modo positivo durante sua navegação. Para dar conta de oferecer a melhor usabilidade e chamar a atenção, vale contar com a ajuda de um profissional. Existem muitas agências digitais especializadas em layout para e-commerce, então, busque aquela na qual você mais confia!

Garantir a segurança

Ao não investir em programas antifraude, certificado de segurança, selos sustentáveis e diferentes condições de pagamento, o gestor que monta uma empresa focada no e-commerce dificilmente ganhará credibilidade no mercado. O cliente precisa se sentir seguro para inserir seus dados sensíveis, como o cartão de crédito.

Assegurar a logística

Imagine que um cliente compre um produto no seu e-commerce e não receba a mercadoria porque há uma falta no estoque. Ou que haja atrasos significativos no prazo de entrega, frustrando a expectativa do consumidor. Dificilmente ele sairá satisfeito dessa transação.

Para contornar o problema, é preciso que a distribuição das mercadorias seja bem orquestrada. No caso de uma compra virtual, em que o comprador não pode tocar no produto, há uma relação de ansiedade que permeia o recebimento da mercadoria. Não deixe que falhas frustrem seu cliente e afastem-no do seu comércio eletrônico.

O cliente espera receber o item do jeito e no prazo prometidos. No caso de uma loja física, o produto já está estocado, facilitando o processo. No e-commerce, porém, é preciso que haja mais cuidado com a sintonia entre os processos de expedição, embalagem e transporte dos produtos.

Agregar conhecimento

Em um mercado que se transforma com frequência, estar atualizado é uma necessidade. Para vencer o medo de empreender e montar uma empresa de sucesso, é importante se manter por dentro das tendências do segmento. A dica é se manter em contato com a área e buscar especializações por meio de cursos, palestras e workshops.

Fazer o networking também é uma atitude relevante para manter o empreendedor antenado com seu segmento. Não abra mão das boas leituras nesse processo; busque se especializar com os livros sobre e-commerce.

Quais os benefícios de uma consultoria?

O e-commerce tem seus desafios próprios que o diferenciam de outros tipos de comércio on-line. Só quem já passou pela experiência de trabalhar para atrair compradores sabe como as estratégias usadas em uma loja física não servem a um negócio virtual. A solução que muitos negócios têm descoberto é a consultoria para e-commerce, que oferta soluções de qualidade para quem quer montar uma empresa do setor.

Mas quais são, objetivamente, os benefícios desse serviço? Listamos os três principais:

Experiência a preço justo

A empresa de consultoria conta com profissionais extremamente competentes e habilitados ao setor de atuação. São pessoas que passaram anos dentro de grandes empresas ou dirigindo o próprio negócio e, por isso, têm propriedade para orientar outros empreendedores. São profissionais que já erraram e, claro, já acertaram muito — e aprenderam com essas experiências.

Contratar diretamente essas pessoas tão experientes para trabalhar no seu e-commerce seria uma despesa grandiosa. Contratá-las para pensar a estratégia, porém, é financeiramente mais eficiente — e se torna possível graças à consultoria. Ainda assim, você tem acesso a tudo o que elas já aprenderam.

Imparcialidade

Quando você passa anos à frente de uma empresa, pode ficar difícil ter o discernimento necessário para defrontar seus pontos fracos. Por ser uma pessoa de fora da equipe, o consultor chega sem conceitos pré-concebidos, fazendo uma análise imparcial do negócio.

As vantagens dessa avaliação externa vão além do e-commerce. O empreendedor que recebe essa presença com a devida importância tem a oportunidade de renovar sua própria forma de ver a empresa. Afinal, estar em contato com pessoas do ramo do empreendedorismo que atuam de maneira diferente proporciona uma evolução necessária.

Controle dos prazos

Estabelecer uma data-limite para os trabalhos é mais fácil do que, de fato, cumprir os prazos determinados. Com um consultor externo, cada reunião se torna um prazo obrigatório, que deve necessariamente ser cumprido.

Afinal, é uma pessoa externa que adentra a empresa e dedica-se para orientar a sua equipe. Se o time não tiver peças e resultados para apresentar, o desperdício monetário e de tempo será significativo e poderá comprometer as finanças da empresa. Se a reunião fosse interna, o prazo se tornaria mais flexível, já que todos os membros estariam ali todos os dias.

Não é de se espantar que o e-commerce esteja em voga. Com a expansão das plataformas de comunicação digitais, as lojas on-line conquistaram seu espaço. Hoje, compras feitas por smartphones representam boa parte do lucro dos e-varejistas. A praticidade é uma grande aliada desse segmento de mercado, e é também sua maior vantagem.

No Brasil, a ideia tem ganhado peso e caído no gosto dos compradores. A facilidade de receber as compras em casa e de comparar as condições oferecidas pelos lojistas conquista cada vez mais o público.

O cenário é propício para os investidores — mas quem se destaca é aquele que descobre seus diferenciais competitivos e aposta em montar uma empresa detendo informações de qualidade. Para agregar mais conhecimento e chegar preparado ao mercado, conheça o Como Montar Uma Loja!