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Tem um comércio eletrônico pequeno? Descubra como concorrer com grandes marcas de varejo

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A venda de produtos através de lojas virtuais é muito próspera e atrai desde pequenos empreendedores até grandes marcas de varejo, que também estão presentes no mundo offline com suas lojas físicas. Em um primeiro momento, concorrer com uma grande varejista pode parecer assustador, mas a boa notícia é que no cenário virtual todas as lojas têm vez, basta que planejem e usem estratégias corretas. Você tem um comércio eletrônico pequeno? Descubra como concorrer com as grandes marcas de varejo.

No mundo virtual todos têm as mesmas ferramentas

Se pensarmos em um shopping center com lojas físicas, é claro que as maiores varejistas terão espaços melhores estruturados do que os pequenos comércios. No entanto, na internet a lógica não é essa: todas as lojas têm condições de criar um site eficiente e de adotar estratégias de divulgação que atraiam os clientes certos. É claro que para isso é necessário planejamento e investimento financeiro, mas se estes itens forem pensados, poderão trazer um retorno considerável para a marca.

Comércios eletrônicos pequenos têm maior capacidade de se adaptar

Essa é, sem dúvidas, uma das grandes vantagens dos pequenos comércios eletrônicos. Uma grande marca do varejo tem muitas operações internas e não consegue fazer mudanças rapidamente. Já uma empresa menor consegue se adaptar de forma ligeira e eficiente. Por exemplo, se uma loja de joias ou bijuterias artesanais percebe que determinado modelo de colar é tendência no exterior, poderá rapidamente desenvolver uma pequena coleção com a mesma temática, e até disponibilizar artigos personalizados para os clientes. Já uma grande marca de joias que também tem comércio eletrônico, terá que acionar os seus designers e traçar estratégias que com certeza demorarão mais do que as realizadas pelo pequeno empreendedor.

Empresas menores podem oferecer um atendimento mais personalizado

Para as grandes marcas, cada cliente é um número nas vendas e nos relatórios. As marcas menores têm a possibilidade de estreitar o vínculo com seus consumidores e de oferecer um atendimento personalizado e que valorize a compra de cada um. Isso inclui enviar um cartão escrito à mão junto com a encomenda, ou já saber dos gostos pessoais para sugerir peças. As grandes varejistas também podem fazer esta sugestão de produtos, porém de uma forma mecânica e muito mais impessoal.

Lojas pequenas podem ter um pós-venda mais eficiente

A etapa de pós-venda é muito importante para que o cliente se sinta entendido pela marca e volte a comprar. Em geral, as empresas menores têm melhores condições de oferecer um serviço eficiente de troca ou de conserto de produtos, justamente porque têm menos etapas internas e menos funcionários. Assim, são maiores as chances de reverter uma insatisfação do cliente e até de fidelizá-lo. Vale lembrar que nas lojas pequenas, quem gere a pós-venda costuma ser o dono, fazendo com que cada caso seja visto com cuidado e atenção. Por sua vez, nas grandes varejistas as etapas passam por pessoas que muitas vezes não têm noção sobre a importância e a totalidade do seu trabalho, fazendo com que o pós-venda seja exaustivo para o consumidor.

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