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Formas de vender pela internet: 10 melhores e como escolher

Por Matheus Luvier | 18/01/2021
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Formas de vender pela internet: 10 melhores e como escolher

Engana-se quem pensa que o comércio eletrônico é a única maneira de vender pela internet. É claro que essa modalidade é uma das mais conhecidas e, da mesma forma, uma das que oferece maiores oportunidades de lucro e de crescimento. Mas também há outras formas, como marketplace, redes sociais e até programas de afiliados.

Se você quer criar um negócio online, dedique-se a conhecer todas as formas de vender pela internet. Assim poderá fazer a melhor escolha, conforme o seu produto, público e perfil de vendedor. A seguir, conheça 10 maneiras para criar um negócio no mercado digital e vender muito:

Quais são as formas de vender pela internet?

Muitas pessoas se surpreendem quando descobrem que há muitas formas de vender pela internet. Sem dúvidas, o comércio eletrônico é a mais popular delas, o que nem sempre significa que deve ser escolhido por quem quer criar um negócio agora. Os marketplaces, por exemplo, também guardam boas oportunidades para os novos investidores.

Quer saber mais sobre cada uma das modalidades e compreender qual é a ideal para seu produto e público-alvo? Confira aqui essas 10 maneiras de vender produtos pela internet, com certeza você encontrará a ideal para a sua marca:

1. E-commerce

Já que o e-commerce é a modalidade mais famosa, vamos começar falando por ele. Esse tipo de vendas depende da contratação de uma plataforma, onde o próprio vendedor faz o cadastro dos produtos, inclui um texto de descrição, coloca o preço e realiza as vendas. Sem dúvidas, a escolha desta plataforma influencia diretamente nos resultados do negócio.

Apesar de existirem muitas alternativas disponíveis no mercado, nem todas contemplam as necessidades de quem vende online. Por isso, recomendamos que você analise as funções oferecidas e veja se vão de encontro com as necessidades do seu negócio. Dê atenção especial para automações, como emissão de nota fiscal, gestão de estoque, etc.

2. Marketplace

Muitas pessoas sequer imaginam que já compraram em marketplaces simplesmente porque não conhecem esse termo. Pois bem, o marketplace nada mais é do que um shopping center virtual que reúne vendedores dos mais variados nichos. Quer um exemplo? O Mercado Livre, que é o maior marketplace da América Latina. 

Lá é possível encontrar absolutamente todos os produtos, de agulhas e linhas até carros e apartamentos! Para participar, os vendedores precisam se cadastrar na plataforma, incluir os seus produtos e fazer a gestão das vendas. A cada pedido concluído, pagam uma taxa de gestão ao Mercado Livre.

3. Redes Sociais

Que as redes sociais são as queridinhas do momento, todo mundo sabe. Mas você sabia que a participação das marcas por lá pode ser muito rentável? O Facebook e o Instagram contam inclusive com recursos voltados para a venda nas plataformas. Sabendo disso, há empreendedores que complementam as vendas do e-commerce nas redes sociais.

Outros, porém, atuam apenas nas redes sociais, com a criação de páginas estratégicas onde apresentam os produtos e preços e, além disso, criam conteúdo voltado para o segmento em que atuam. Para vender nessa plataforma é necessário atender bem e ser ágil nas respostas às interações.

4. Programa de afiliados

Os programas de afiliados nada mais são do que estratégias de marketing que englobam a divulgação de produtos ou serviços de terceiros. A maneira mais comum de fazer isso é através da divulgação de links em blogs e, por isso, acabou se tornando uma das principais fontes de renda de quem produz conteúdo para esse tipo de canal.

Você já deve ter visto que os blogs especializados em viagens, por exemplo, divulgam links de empresas que trabalham com seguro viagem, não é mesmo? Se você clicar naquele link e contratar o serviço, o responsável pelo blog ganhará uma comissão por ter feito essa ponte entre você e a empresa. 

5. Google Adwords

O Google Adwords, também conhecido como Google Ads, é o principal serviço de publicidade do Google. Mas o que ele faz? Em resumo, ele permite que os sites sejam encontrados pelos usuários nos mecanismos de pesquisa do Google. Ou seja, coloca determinada página da web entre os primeiros resultados das pesquisas.

Isso potencializa os acessos de consumidores qualificados ao e-commerce. Tudo é feito a partir de anúncios que usam as palavras-chaves mais adequadas para o segmento, ou seja, as mesmas utilizadas pelos usuários na hora de fazer a pesquisa no buscador do Google.

6. Email marketing

Sem dúvidas, o e-mail marketing é um ponto de contato importante entre a marca e o consumidor. É usado para estreitar o vínculo com clientes que já compraram da empresa ou que demonstraram interesse em receber esse tipo de comunicação. 

Em geral, a marca usa o e-mail marketing para apresentar lançamentos, anunciar promoções e fazer comunicados importantes, cuidando sempre para que a frequência de contato não se torne inconveniente. Além disso, pode segmentar a lista de clientes e fazer comunicados apenas a determinados grupos, criando uma comunicação assertiva.

7. Franquias

O sistema de franquias também pode ser interessante para quem quer atuar no mercado digital. Ele é composto pelo trabalho em conjunto de duas partes: o franqueador e o franqueado. De um lado está quem desenvolveu a marca e tem a experiência de mercado, e do outro está quem quer investir na expansão e contar com suporte sólido.

As franquias virtuais são parecidas com o modelo tradicional, mas guardam uma diferença  importante: o canal onde ocorre a interação entre o consumidor e a marca é a internet. Esse sistema funciona para produtos, mas também para serviços, como agências de viagens, cursos online, etc.

8. Dropshipping

Essa é uma forma bem específica de trabalhar com as vendas online, já que o vendedor da loja virtual não tem contato com os produtos que vende. Como assim? É isso mesmo! O gestor do e-commerce atua em parceria com um fornecedor, que é o responsável pelo armazenamento e envio dos produtos após o pedido do cliente.

Assim, cabe ao gestor do e-commerce fazer o cadastro dos produtos na plataforma e a venda em si, deixando para que o fornecedor envie o item depois da confirmação de pagamento. A grande vantagem do dropshipping é que a loja virtual não precisa comprar o estoque com antecedência, ou seja, não arca com um custo inicial alto.

9. Hotmart

Você conhece o Hotmart? Essa é outra maneira viável para quem quer garantir uma renda extra sem sair da frente do computador. Essa plataforma vende produtos digitais como livros eletrônicos e cursos em vídeos cadastrados por diferentes autores, das mais variadas áreas de conhecimento. Ou seja, é um marketplace de conteúdo. 

Desta forma, os produtores de conteúdo podem garantir um dinheiro extra a partir da criação de material de qualidade. A plataforma também permite que terceiros compartilhem os links dos conteúdos e ganhem uma comissão sobre a venda a cada pedido concretizado. Essas pessoas funcionam como intermediários entre o vendedor e o cliente.

10. Google Shopping

Por fim, o Google Shopping é a plataforma do Google para pesquisa e cotação de preços de produtos. Assim, os consumidores podem pesquisar no próprio buscador os itens que procuram, podendo ver as diferentes lojas virtuais que os oferecem e, da mesma forma, o preço praticado por cada lugar.

Todas as lojas virtuais podem participar do Google Shopping – basta se cadastrar no Google Merchant Center e incluir os itens vendidos. Sem dúvidas, a presença do e-commerce na plataforma é importante para aumentar a condução de usuários para a loja virtual e, da mesma forma, reforçar as vendas.

Como escolher o melhor canal de venda online?

Agora que você conheceu as diferentes formas de vender pela internet, pode estar se perguntando como escolher o melhor canal de vendas na internet. Não tenha dúvidas de que essa é uma pergunta muito adequada e que deve ser feita antes de decidir dar um passo em direção ao seu negócio digital. A seguir veja os itens que deve pensar:

Entenda o seu público-alvo

Todo negócio, seja digital ou tradicional, deve conhecer o seu público-alvo com profundidade. Apenas desta forma é que poderá criar um negócio consistente e que supra a demanda desse grupo, escolhendo o melhor canal de vendas para atender essas pessoas.

Mas, afinal, o que significa entender o público-alvo? Em resumo, significa conhecer as preferências de consumo dos clientes que você se propõe a atender, bem como idade, gênero, localização, escolaridade, profissão, gostos e preferências das pessoas que têm mais chances de comprar da sua marca. 

Considere os produtos ou serviços comercializados

Outro ponto importante na hora de optar pelo melhor canal de vendas é definir o tipo de produto ou serviço que será comercializado. Há determinados itens que têm mais chances de fazer sucesso se forem vendidos num tipo de plataforma. Quer um exemplo?

Os artigos genéricos, por exemplo, que têm pouca diferenciação em relação à concorrência, em geral são vendidos em marketplaces. É claro que você poderá criar um e-commerce com esses itens, mas terá que trabalhar em pontos de diferenciação para que justifiquem a criação de uma plataforma própria para esses produtos.

Entenda o seu Diferencial e posicionamento

O posicionamento de mercado é um ponto crucial para todos os empreendedores digitais. Mesmo assim, muita gente deixa esse item de lado na hora de criar um negócio online. Pensar no posicionamento significa definir a direção da sua loja, tendo em mente o público que vai atender e os seus valores.

Um e-commerce de cosméticos, por exemplo, pode optar por muitos posicionamentos distintos, como, por exemplo, se voltar para o mercado de luxo ou preferir oferecer marcas mais populares, tendo o preço como diferencial. Apenas com estudo de mercado é que você conseguirá compreender o posicionamento ideal para sua empresa.

Considere a sua Buyer-persona

Você sabe a diferença entre público-alvo e persona? Quando falamos em público-alvo nos referimos a um grupo de clientes com perfil alinhado ao da sua marca. Todos os seus esforços de venda serão direcionados para atender a esse grupo, embora, pessoas com outros perfis também possam se tornar clientes da sua empresa.

Mas o que é persona? Esse termo se refere à criação de uma personagem que engloba tudo aquilo que o público-alvo é. Ao reunir as principais características do seu público-alvo numa buyer-persona, você poderá estruturar uma comunicação eficiente e, inclusive, trabalhar o seu posicionamento de mercado com mais consistência.

Escolha o seu Canal de vendas e comunicação

Por fim, será hora de escolher o seu canal de comunicação e de vendas. Tenha em mente que esses dois pontos são distintos. A comunicação da empresa pode ser feita em mais de um canal, como, por exemplo, e-mail marketing, redes sociais e até SMS ou aplicativos de mensagens instantâneas.

O canal de vendas, por outro lado, é o local onde os consumidores poderão concretizar o pedido, ou seja, fazer a encomenda. Você poderá ter uma série de canais de comunicação, mas só vender no e-commerce, por exemplo. Ou poderá optar por ter um e-commerce e também vender em marketplace. Tudo depende da sua estratégia.

Comece a vender pela internet com a Simplo 7

Agora que você já conhece todas as formas de vender pela internet, vamos falar um pouco mais sobre a plataforma de comércio eletrônico? Sem dúvidas, a escolha de uma boa plataforma faz toda diferença para a experiência do consumidor e para o crescimento do negócio! Por isso, indicamos que você conheça a Simplo 7.

Essa é uma das principais plataformas do mercado, com uma série de funções que contribuem para a gestão do e-commerce, como a possibilidade de escolher muitos meios de pagamento, cadastrar variadas formas de entrega, configurar e-mail marketing, contar com recurso para recuperação de carrinho e assim por diante.

Se você busca por uma plataforma completa e que auxilie na gestão do seu e-commerce, pesquise muito além do preço! Fale com pessoas que têm experiência no mercado, veja os recursos que a plataforma oferece e confirme se ela dispõe de suporte técnico eficiente. Quer saber mais sobre esse tema? Veja aqui como escolher uma boa plataforma de e-commerce!

Matheus Luvier

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